Entenda por que renúncia de Nobre não o tira de eleição para presidente do Palmeiras em 2021

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O Conselho Deliberativo do Palmeiras formalizou na última quinta-feira o pedido de renúncia de Paulo Nobre, que em carta anexada ao relatório do caso Blackstar (que lhe sugeria advertência) se mostrou revoltado com a política do clube.

Ao abrir mão da cadeira de conselheiro (vitalício), porém, o ex-presidente do clube não está necessariamente fora da disputa da próxima eleição presidencial, em 2021.

O estatuto exige que, para se eleger presidente, um conselheiro precisa ter cumprido ao menos quatro anos de mandato.

Desde que foi sucedido pelo então vice-presidente Maurício Galiotte, seu antigo aliado e hoje desafeto político, o ex-presidente sempre negou a seus pares que tenha interesse em comandar o Palmeiras novamente.

Mas, nos bastidores, ele é apontado como o único nome com potencial para competir com Leila Pereira, de quem também se afastou completamente. Ao contrário dele, a conselheira e dona da Crefisa (patrocinadora do Palmeiras) admite o desejo de presidir o clube.
Fonte: GE