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DIREITA OU ESQUERDA? – Reflexões

Durante a Revolução francesa, no século dezoito, surgiram os termos “Direita” e “Esquerda” aplicados à política.

Os políticos que se sentavam à esquerda no parlamento defendiam, entre outras coisas, a secularização da sociedade: ateísmo, materialismo, a derrocada de tudo que fosse ligado à religião e a Deus!

Ali, a frase: “A França só será livre quando o último rei for estrangulado nas tripas do último padre” tornou-se um marco revolucionário da “esquerda”.

Não digo que a escolha pelo lado esquerdo tenha sido consciente. Mas como o grupo era contrário a Deus e à Sua Palavra, não seria de admirar uma influência espiritual (ingerência) do pai da mentira; aquele cuja meta é “matar, roubar e destruir” (Jo 10:10).

Rebelar-se contra Deus é o inverso de converter-se a Ele; é seguir o caminho diametralmente oposto ao Caminho que Deus preparou para seguirmos (Jo 14:6).

Portanto, Deus separou os seus para seguirem à Sua direita, e à esquerda designou os que recusam seu Caminho. Como toda realidade espiritual é paralela à material, as coisas seguem profeticamente sendo cumpridas.

“E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo (Mt 25:32-34).

Veja bem, não foi Deus que escolheu os de “esquerda” para a perdição. Foram os que preferem a perdição que escolhem ir para a esquerda bem depois do alerta divino ter sido dado! Pois só o fato de ser de “direita” não implica em conversão, mas já mostra algum temor e reverência ao Criador.

Assim pois, a escolha pelo nome e pela ideologia da esquerda já é, em si, um ato de rebeldia e desafio à Palavra de Deus, pois esta nomenclatura de se considerar à “esquerda” veio bem depois da Bíblia ser escrita, portanto já designando a esquerda – para onde vão os bodes – como um viés de desobediência, rebeldia e obstinação.

Uma das características da esquerda é a incoerência. Por exemplo: Defendem filhotes de tartarugas, por serem seres vivos indefesos, mas “pregam” o aborto em qualquer idade gestacional, ou seja, o infanticídio!

Proíbem os pais de darem palmadas ou mesmo professores repreenderem as crianças e, concomitantemente, propagam matá-las dentro do útero!
Promovem o sexo livre e libertino, mas não dão liberdade ao feto de nascer!

Defendem que uma pessoa de 17 anos não pode ser condenada por estupro ou assassinato por ser mentalmente imatura, mas querem as crianças, com nove anos ou menos, já decidindo sua opção sexual!

Quando eu era ateu, eu era, coerentemente, de esquerda; comunista e libertino. Quando vinha à mente alguma dúvida sobre a existência de Deus, imediatamente eu a repelia, pois não queria mudar meus conceitos sobre a vida!

Dizia, quando minha filha Rebecca nasceu, que a primeira coisa que lhe daria ao chegar à adolescência seria uma caixa de anticoncepcional!

Depois entendi que ideia tão sinistra não era só por libertinagem, mas, principalmente, porque eu não tinha outra coisa para lhe oferecer!

Não tinha o verdadeiro amor (ágape), pois era ateu e egoísta, e este amor só vem de Deus.

Não tinha valores para lhe repassar, pois cria “piamente” no evolucionismo, onde o mais apto sobrevive, não importa se matando, roubando ou destruindo, pois não haveria Deus pra prestar contas!

Não tinha esperança para lhe dar, pois se Deus não existia, a vida não teria significado nem propósito.

Mas, graças a Deus, me converti ao Caminho! Reconheci minha rebeldia e restaurei meus pensamentos. Não tinha mais como mantê-los (2Co 5:17)! Obviamente isto incluía minha ideologia política esquerdista anti-Deus (Rm 12:2).

Achava que viver era aproveitar o máximo pois, ao morrer, tudo acabaria sem prestação de contas com seu ninguém! Que coisa mais sinistra!

Aliás, o sinónimo de direita é “Destra”, e de esquerda é “SINISTRA”!
Bem sugestivo, não?
Quem tem ouvido, ouça!

Rdo Bastos.

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