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PIOR QUE A PENA DE MORTE – Reflexões

Teologicamente não havia o tipo de trabalho que vemos hoje; um dever moral de todo aquele que pretende ter uma vida digna.

Deus criou o ser humano para cuidar do jardim e dominar sobre o restante da criação. Era um tipo “Light” de trabalho; mas a desobediência humana fez dessa honrosa missão uma labuta para, com o suor do rosto, o homem ganhar seu sustento (Gn 3:17-19).

Na verdade, o trabalho atual está na mesma categoria do “trabalho” de parto (Gn 3:16): uma indesejável consequência do pecado; um leve castigo para darmos valor às nossas mais ínfimas conquistas.

Acontece que muitos querem saltar esta etapa da vida determinada por Deus; criar atalhos que os livre da velha labuta; como se a mulher pudesse dar à luz sem dor, quando mesmo na cesariana ela sentirá dores pós-operatórias.

Para burlar o trabalho, estes partem então para o crime (que alguns depravados morais da política chamam de profissão: assalto, tráfico de drogas, sequestro etc.), e acabam na cadeia.

Chegando lá, vão fazer o que mais gostam: vagabundar! E ainda ganham dinheiro para isso!

Muito se tem falado em como diminuir a criminalidade no país, inclusive com a ideia da pena de morte.

Mas considero, pelo que foi aqui refletido, que o trabalho obrigatório para todos os detentos seria uma medida bem menos radical e bem mais efetiva:

Primeiro por retirar de nossas mãos aquilo que só a Deus pertence: a vida e a morte.

Depois, o medo de trabalhar, que pra muitos é maior que o de morrer, inibiria a prática de muitos crimes; e a renda gerada pelo trabalho diminuiria as despesas do Estado.

Além disso, quem sabe alguns, experimentando a dignidade da atividade laboral, possam tentar novo estilo de “profissão” depois de cumprir sua pena!

Uma coisa é certa: este atalho para não seguir as coisas determinadas por Deus, como o trabalho, é “caminho de morte”.
“Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte” (Pv 16:25).

Rdo Bastos.

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