Categorias

Ponto fraco? Bola aérea é origem de quase todos os (poucos) gols sofridos pelo Brasil

A seleção brasileira de Tite sofre poucos gols. Foram seis em 22 partidas desde que o técnico assumiu o trabalho, há dois anos. Uma média a se comemorar, de apenas 0,27 gol por jogo. Mas há um ponto em comum entre eles que requer atenção: quase todos foram frutos de bolas aéreas.

A única exceção foi o gol marcado por Cavani em março de 2017, na vitória por 4 a 1 sobre o Uruguai, em Montevidéu. O atacante balançou a rede de Alisson em uma cobrança de pênalti.

Todos os outros cinco gols sofridos tiveram em cruzamentos para a área sua origem (assista no vídeo). Foi assim nos jogos de ida e volta das Eliminatórias contra Colômbia, em amistosos contra Argentina – a única derrota da campanha até aqui – e Japão, e na estreia da Copa do Mundo, contra a Suíça.

O gol do time europeu não entra na conta de Tite, porém. Questionado ao final do jogo no domingo sobre uma possível falha no sistema de marcação por zona, em que os jogadores ocupam espaços pré-determinados em vez de perseguir os adversários individualmente, o técnico apontou para o empurrão de Zuber em Miranda.

Desse gol eu não aceito a observação em função de posicionamento. Pode ser talvez dos outros.

Comentar Via Facebook

Comentários