Itapajé: Através do AgroNordeste Danilo Forte quer revitalizar a produção de banana na região

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou, em outubro do ano passado, o AgroNordeste – plano de ação para impulsionar o desenvolvimento econômico, social e sustentável do meio rural da região Nordeste. O programa deverá ser implantado em pelo menos 230 municípios dos nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais, divididos em 12 territórios, com uma população rural de 1,7 milhão de pessoas.

 

O plano se junta a outras ações já executadas pelo ministério na região, como Programa de Aquisição de Alimentos, regularização fundiária, Selo Arte, promoção da irrigação, indicação geográfica, equivalência de sistemas de inspeção de produtos de origem animal (Sisbi) e combate a doenças e pragas (febre aftosa, peste suína clássica e mosca das frutas).

 

O AgroNordeste é voltado para pequenos e médios produtores que já comercializam parte da produção, mas ainda encontram dificuldades para expandir o negócio e gerar mais renda e emprego na região onde vivem. Entre os objetivos do plano estão aumentar a cobertura da assistência técnica, ampliar o acesso e diversificar mercados, promover e fortalecer a organização dos produtores, garantir segurança hídrica e desenvolver produtos com qualidade e valor agregado.

 

O diretor-geral do comitê gestor do Agronordeste, ex-deputado federal Danilo Forte, informou que a fase de implantação dos escritórios regionais foi concluída em 2019 e a partir deste ano as ações de fomento à atividade econômica no campo serão efetivamente desenvolvidas. Danilo disse em entrevista ao vivo no Jornal Integração desta quarta-feira, dia 08, que está formatando um plano de desenvolvimento para a Serra de Uruburetama, região na qual Itapajé está inserido e que já foi uma das maiores produtoras de banana do Brasil.

 

Segundo ele, o plano é dar condições para que os produtores tenham acesso a financiamento e tecnologia, de modo a modernizar a produção agregando qualidade e padrão à banana, além de eliminar atravessadores, agregando valor e tornando novamente a atividade atrativa economicamente.  Outra proposta para a região é identificar novos potenciais que poderão ser explorados, como a produção outras culturas frutíferas.

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