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Coluna Claras Ideias – 13 de março (Com Dr. Bastos)

Coluna Claras Ideias – 13 de março

 

 Itapajé: Recursos do FPM e Fundeb têm aumento de 33% e 16%, respectivamente; repasses se referem até 08 de março – De acordo com dados levantados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Prefeitura de Itapajé recebeu no ano a cifra de R$ 8.175.042,89 (oito milhões, cento e setenta e cinco mil, quarenta e dois reais e oitenta e nove centavos), referente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os recursos referentes ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) depositados nos cofres do município somam R$ 7.267.512,72 (sete milhões, duzentos e sessenta e sete mil, quinhentos e doze reais e setenta e dois centavos). Aumento de 33 e 16%, respectivamente. Os valores são relativos ao período compreendido entre 1º de janeiro e 08 de março. No mesmo período do ano passado a União havia destinado a Itapajé R$ 6.114.185,30 (seis milhões, cento e quatorze mil, cento e oitenta e cinco reais e trinta centavos) referente ao FPM e R$ 6.224.934,34 (seis milhões, duzentos e vinte e quatro mil, novecentos e trinta e quatro reais e trinta e quatro centavos) de Fundef. Os cálculos, no entanto, não levam em consideração a inflação do período.

02 – UFC elegerá novo reitor – As eleições para reitor da Universidade Federal do Ceará ocorrerão em maio próximo. Será o período em que professores, servidores e alunos serão consultados para, após isso, sair lista tríplice a ser enviada para Brasília. Cândido Albuquerque, diretor da Faculdade de Dirito da UFC, o atual vice-reitor Custódio Almeida e o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Antônio Gomes são candidatos. Outros nomes ainda podem surgir. A eleição tem especial importância para Itapajé, pois o futuro reitor deve dar prosseguimento a instalação do campus da instituição no município. O atual reitor, Hanry campos, desistiu de pleitear a reeleição.

 

FGV prevê crescimento econômico de 2,1% em 2019 – O crescimento econômico do país em 2019 pode ficar em torno de 2,1% e a inflação se manterá em torno de 3,8%, sem necessidade de alta da taxa de juros, a Selic. Os números foram apresentados pela coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), Sílvia Matos, no I Seminário de Análise Conjuntural 2019. De acordo com os dados, o ano deve registrar melhora gradual nas condições de crédito e no mercado de trabalho. Já o consumo pode subir 2,6%. Para a economista, o nível de desemprego dificulta a sensação de bem-estar, o que mostra na expectativa presente um resultado menor que a do futuro. “Isso [desemprego] é uma questão que dificulta a sensação de bem-estar. O PIB pode até estar crescendo, mas com um desemprego historicamente muito elevado. Não só com muitas pessoas desempregadas, mas também o emprego com bastante informalidade. Esse é um ponto que limita bastante o consumo das famílias e gera sensação de mal estar”. De acordo com Sílvia Matos, o nível de crescimento previsto para 2019 ainda é muito baixo comparado à média que o país deveria registrar depois de sair de uma recessão severa. “A gente está muito longe de recuperar tudo que perdemos”, disse. Nos investimentos, considerando as plataformas de petróleo, o crescimento pode ser de 4,6%. Sem elas, ficaria em 3,7%, enquanto no ano passado registrou 2%. A economista destacou ainda que 2018 foi o quinto ano consecutivo de deficit primário (1,6% do PIB) e a situação fiscal do país ainda está longe de ser equacionada.

Previdência

Segundo ela, 2019 ainda será um ano de muitas dificuldades para as contas fiscais. A recuperação da economia é em ritmo lento e a retomada do investimento público é incerto. Nesse cenário é imprescindível a aprovação de, pelo menos, parte da reforma da Previdência. “O nosso cenário não é tão pessimista de não aprovação, porque nas nossas projeções, esse juro mais baixo que a gente está vivendo, só é possível continuar nesse equilíbrio se realmente tiver uma entrega da reforma da Previdência”, disse. Se o aprovado for aquém do desejável, poderá surgir o risco de não continuar a agenda de reformas. Nesse caso, o impacto será nas taxas de crescimento, o que influenciaria a sensação de bem-estar da população. “Isso é ruim em termos de bem-estar mas a gente acredita, que, pelo menos, a gente vai para frente. A direção está certa, a questão é o ritmo e a velocidade de recuperação da economia”, afirmou, lembrando que ainda tem que ser considerado o cenário externo que se encontra em momento pior do que foi em outros tempos. A economista observou que a reforma demanda aprovação complicada no Congresso e por isso o governo precisa ter apoio político. “A não entrega de aprovação pode representar reversão muito grande de expectativas dos agentes: aumento da taxa de juros de mercado, aumento da taxa de câmbio, desvalorização cambial e isso faz com que a economia possa crescer menos ainda. Infelizmente, se o governo demorar muito e mostrar uma certa dificuldade, existe um risco de alguma reversão de expectativas e talvez a gente tenha que passar por algum período de tensão nos mercados, nos consumidores e empresários para forçar realmente para passar as reformas”.

Ciro compara Bolsonaro a garoto de 13 anos: “Colocaram um adolescente twitteiro para governar o País” – Ciro Gomes (PDT) criticou, em seu Twitter, nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro, que, nos últimos dias tem feito declarações infelizes, segundo a oposição. “Colocaram um garoto de 13 anos, um adolescente tuiteiro, para governar o País”, escreveu o ex-ministro e que ficou em terceiro na disputa pela presidência da República. Na prática, Ciro acabou não cumprindo a promessa de trégua nos primeiros 100 dias do governo de Bolsonaro.

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