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Itapajé: SISPUMI apresentará ao prefeito Dimas Cruz pauta da campanha salarial com aproximadamente vinte itens

 

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itapajé (SISPUMI), realizou na última quarta-feira, dia 06, uma reunião com seus associados para tratar sobre a campanha salarial 2019. De acordo com o presidente da entidade, Cid Lira Braga, na oportunidade foram relembradas conquistas de 2018 a partir da mobilização sindical e colocadas em discussão as demandas deste ano.

 

Além do reajuste salarial real, uma das pautas prioritárias de 2019 é a elaboração e aprovação dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) das diversas categorias que ainda não contam com esse dispositivo legal que garante ascensão funcional e reajuste mínimo anual.

 

O direito ao rateio de 60% dos recursos do Precatório do Fundef, insistentemente negado pela administração municipal, também foi tema do encontro. Além disso, os profissionais do magistério discutiram sobre o reajuste do piso salarial da categoria. A pauta salarial conta com mais de vinte itens.

 

O documento contendo as reivindicações dos servidores deve ser protocolado na Prefeitura e o SISPUMI aguardará, a partir de então, que o chefe do Executivo Municipal marque a primeira reunião de negociações. Caso o prefeito se negue a negociar, Cid afirmou que poderá haver manifestações públicas e até paralisações. O sindicalista disse esperar a ajuda da Câmara de Vereadores para mediar as discussões entre SISPUMI e Paço Municipal.

 

Cid se antecipou a uma possível alegação do prefeito Dimas Cruz de falta de recursos financeiros, informando que o município recebeu no período de 1º de janeiro a 07 de fevereiro de 2019 o montante aproximado de oito milhões e meio de reais, cifra que representa um acréscimo de mais de um milhão e quinhentos mil reais em relação ao mesmo período do ano passado. “A gente quer que esse aumento chegue também na mão dos servidores municipais”, disse.

 

Cid Braga ainda criticou a gestão municipal acusando-a de governar apenas para os aliados. “Parece que eles se blindam e querem administrar só pra eles, para os que estão do lado deles, os que estão ali próximos deles e o resto da população fica abandonada e um coas”, disse.

 

 

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